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TOP 5: Meus autores mais queridos




O dia dos escritores passou sem que eu pudesse prestar minha homenagem a eles. Tenho estado tão ausente depois que voltei a trabalhar, mas, tentando não deixar nada atrapalhar, cá estou eu! \o/

Como parte da minha homenagem, resolvi vim aqui falar dos autores que mais me marcaram, com qual livro e o porquê. Posso correr o risco de repetir algum livro que já foi mencionado em outras listas feitas aqui, mas vou me focar mais no trabalho desses gênios!


  • Audrey Niffenegger com A Mulher do Viajante no Tempo

Aconteceu quando eu decidi sair da minha zona de conforto: young adult. Ganhei A Mulher do Viajante no Tempo em um amigo secreto de natal e fiquei simplesmente apaixonada. Foi o livro mais rápido que li em minha vida - levando em consideração sua diagramação com letras pequenas e a quantidade de páginas, certo? -, comecei em torno das 17h da tarde, quando eu estava na casa do meu primo, larguei só para fazer o caminho de volta para casa, quando retomei a leitura, só consegui largar o livro quando o relógio marcou a chegada das 6h da manhã. Minha família acorda e me vê aos prantos, de coração partido, órfã de Audrey Niffenegger e d'A Mulher do Viajante no Tempo. Como pode? E, para completar minha dramática saga, quando eu ligo a TV, a adaptação - nada fiel, mas muito emocionante - está passando, como se fosse obra do destino, para eu passar mais algumas horinhas aos prantos.
Conclui que a Audrey era perfeita em mexer com meus sentimentos, além de uma autora genial com as palavras. O carinho que eu sinto por ela é maravilhoso, ainda que eu nunca tenha lido nenhuma outra obra dela. Por parte, eu tenho medo que eu perca esse encanto que sinto por ela. Para mim, ela é perfeita.

Top 5: Livros para começar a ler em inglês




Eu me lembro exatamente do momento em que decidi que teria que criar coragem e começar a ler livros em inglês. Livros de verdade, não aquelas versões reduzidas de Alice's Adventures in Wonderland ou Peter Pan que meus professores do curso de inglês passavam pra gente, para que fizéssemos uma apresentação ao final do semestre. Não! Eu queria a continuação das minhas séries preferidas, que tanto demoravam a chegar ao Brasil (felizmente, o mercado editorial vem se expandindo tanto a ponto de mal termos que esperar por uma continuação!), eu queria conhecer autores novos dos quais os vlogs literários estrangeiros que acompanho tanto falavam, e não ter que ficar enviando e-mails pras editoras pedindo para que eles logo publiquem.

Pois é, eu comecei errado e quase desanimo! O primeiro livro que li em inglês foi Crescendo, da Becca Fitzpatrick. Queria alguém para me dizer o que ler, e como ler (como a Babi Lorentz fez nesse post no blog dela). Fiquei bem angustiada, achando que todos os meus estudos foram em vão, pois lia de forma muito lenta e, a cada parágrafo, tinha alguma palavra que eu queria jogar no Google Tradutor - e vale salientar que nem todas as palavras tinham uma tradução muito clara. Por isso, eu resolvi vir aqui dar umas dicas dos livros em inglês que foram mais tranquilos nas minhas leituras, que seriam ótimos para quem está querendo começar agora.



Livro rápido, com personagens jovens e vários diálogos. Foi bom ler algo com parágrafos longos que me deixasse cansada com tanta divagação. O mistério é um fator que dificulta um pouco a leitura, pois os personagens estão constantemente buscando e recebendo novas informações, por isso, o livro da Sara é o quinto da minha lista.

Tamanho 42 Não é Gorda, Meg Cabot






  • Título:Tamanho 42 Não é Gorda
  • Autor(a): Meg Cabot
  • Editora: Galera Record
  • Ano: 2006
  • Páginas: 411
Neste sucesso, Meg Cabot nos apresenta Heather Wells, uma cantora pop que chegou a um ponto nada desejado de sua carreira artística: o fundo do poço. Nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com todo o seu dinheiro... Mas, quando Heather arruma um trabalho de inspetora em uma faculdade, tudo muda... ou, pelo menos, é o que parece.

Não acredito que demorei tanto para ler este livro. Desde que li Ela Foi Até o Fim, me encantei com Meg Cabot misturando aventura e Chick-Lit, mas eu não fazia ideia de que este livro também seria neste estilo. Tamanho 42 Não é Gorda conta a trajetória de Heather Wells, a personagem mais fofa e carismática que a autora já criou - depois de Melissa Fuller (O Garoto da Casa ao Lado), claro. Uma ex-popstar cuja carreira afundou, e agora trabalha em um alojamento (ou melhor, conjunto residencial estudantil!). Seu trabalho não poderia ser mais chato... se meninas não estivessem aparecendo mortas no poço do elevador do prédio. E pior! Heather parece ser a única pessoa que não acredita que essas mortes sejam acidentais. Mas será? Quem terá cometido crimes tão terríveis, e por quê?

Como a maioria das personagens criadas por Meg Cabot, Heather também é louca e desesperada por algo, ou alguém, fora de alcance. A personalidade de suas protagonistas é o que modela suas narrativas para as suas particularidades, mas é o modo como ela faz com que cada uma delas seja tão particular é o que difere seus livros uns dos outros. Pois é, acabou de Heather me encantou tanto que se tornou uma das minhas preferidas, com uma personalidade forte e determinada.

Aquela história de você julgar um livro pela capa vai deixar muita gente espantada com esse livro. Nem a capa, nem o título, e até a sinopse me prepararam para o que me esperava com Tamanho 42 não é Gorda. Quem iria esperar um mistério ao invés de um enredo sobre uma obcecada pelo peso, hein? Sem fugir completamente do gênero Chick-Lit, Meg conseguiu fazer um romance policial para iniciantes, devo dizer. Eu, que tenho pouca familiaridade com livros do tipo, não me senti em território estranho, deixando a gente completamente ciente de que tem um livro da própria Meg Cabot em mãos.

A autora sabe muito bem como descrever a mente da mulher moderna e seus dilemas. E não é que até seus mistérios seguiram esse padrão? Sabendo do mistério, não espere uma genialidade beirando a Agatha Christie. No enredo, nos deparamos com crimes nada perfeitos e pessoas bobas demais para perceberem o que está bem diante. Se dependesse dos espectadores, os livros acabariam na página 50, e as séries de TV não durariam uma temporada sequer, não é? Ajuda bastante a Heather não ser nada boba, e ser determinada o suficiente para seguir adiante com suas suspeitas mesmo que todos digam que tudo está apenas em sua cabeça.

Divertido, apaixonante e curioso. Tamanho 42 não é Gorda não deixou nem um pouco a desejar. A série tem cinco volumes, cujos três primeiros (Tamanho 44 Também não é Gorda e Tamanho não Importa) já foram publicados no Brasil, pela Editora Record. O quarto (Size 12 and Ready to Rock) já foi publicado nos Estados Unidos e o quinto (The Bride Wore Size 12) chega lá em setembro. Nenhum desses últimos têm data para publicação no Brasil.

Top 5: Piores e melhores (quase) namorados nos livros




Parafraseando o velho ditado, antes atrasada do que nunca, estou aqui com um post que pensei para aqueles que, como eu, também namoram seus personagens de livros. Mas já parou para pensar nos que você mais ama? Aposto que sim. E nos que você mais detesta? Talvez não. Eu posso admitir que nunca parei para classificá-los. Para mim, era desgosto e ponto, sem parar para pensar muito neles.

Em homenagem ao dia dos namorados (que, graças a minha semana de provas, passei sem o meu), resolvi colocá-los numa lista, os meus preferidos e os menos queridos. Vamos ver se vocês concordam comigo?


#5 Edward Cullen (Saga Crepúsculo)
Tudo bem, quem não quer um cara bem cavalheiro para nos proteger de todos os perigos que o mundo tem aí para nos oferecer? Eu quero! Mas eu quero com moderação. Por favor, Edward, deixa Bella respirar e fazer suas decisões sozinha! Claro que, no auge dos meus 15 anos, quando li a bendita saga, eu sonhava e suspirava por Edward Cullen, o corajoso vampiro que trata sua amada como uma frágil pétala de rosa. Com o passar do tempo, minha perspectiva foi mudando e o vampiro já não era aquela Brastemp toda que eu achava no começo. Não demorou para começar a dar raiva. De certa forma, o protagonista super-protetor e sua namorada obedientemente super-protegida foi o que mais terminou criando esse meu desamor pela saga.

#5 Kent (Antes Que Eu Vá)
Para quem não leu este livro lindo, vou simplificar a beleza desse personagem. Kent nunca foi namorado de Sam, protagonista do livro, mas sempre cultivou aquele carinho dentro dele, mesmo quando ela se tornou popular e esnobe, o interesse dele não mudou de jeito nenhum. Faz tempo que li esse livro, mas me lembro como se fosse ontem de como eu me senti em relação a esse casal: carinho e indignação. Acima de qualquer acontecimento trágico que a história trouxe, foram eles dois, juntos, que fizeram dela tão linda. Antes Que Eu Vá é um dos meus livros preferidos, apesar da quantidade de futilidade dentro dele. Ele vai conquistando aos poucos, e se você não quiser namorar o Kent, namore o livro!

Mãe, quero a continuação...




Depois de discutir com vocês aqui as minhas maiores decepções literárias (em relação a séries de livros), vocês vão me dar uma mega ajuda para eu descobrir se devo continuar uma série agora ou AGORA, já que ultimamente eu tenho começado muitas séries incríveis, mas tenho tantos livros para ler que termino não tendo tempo para todos! Para ajudar, vou postar livros cuja continuação já tenha sido postada no Brasil, ok?

#1 A Seleção
Quem me conhece, sabe que eu sou uma maníaca por distopias. Para eu me considerar uma verdadeira fã, basta que eu leia as clássicas (está nos meus planos!). Agora, por que eu quero tanto ler a continuação de A Seleção? Primeiro: os personagens são todos lindos (desculpa, pessoal, eu adoro até o Aspen!) e eu não vou sossegar até descobrir que todos os personagens terão um final feliz para sempre, cada um do seu próprio jeito! Segundo: ok, pode ser que a série não tenha o maior cliffhanger do mundo, mas deixa aquele gostinho de quero mais e eu quero bem mais de Kiera Cass. Terceiro: distopia e reality show? Precisa dizer mais alguma coisa?

#2 Divergente
Outra distopia que enlouqueceu meus nervos! Como eu expliquei na resenha, fazia tempo em que eu estava na busca eterna pela distopia que superasse Jogos Vorazes, até então, minha preferida! Finalmente encontrei uma que merecesse minhas cinco estrelinhas e a prateleira de favoritos. Divergente vem tirando meu sono, só porque estou numa greve de compras de livros e não posso comprar sua continuação ainda. Por enquanto, vivo de vídeos do filme que vem por aí, e notícias, e páginas no Facebook que postam as melhores imagens, as melhores piadas, os melhores quotes e outras coisas que me deixam super por fora porque ainda não li todos os volumes. Tá permitido chorar? Alguém me empresta o ombro?

#3 Tamanho 42 Não é Gorda
Vamos mudar bruscamente de gênero? Virando a esquerda na Av. Distopia e depois a direita na Rua Chick-Lit, na casa de nº42, se encontra minha série da Cabot preferida. Pois é, poser me, só leu o primeiro volume, e tem mais dois juntando poeira na estante (a frase deu nos nervos de todos vocês, leitores e colecionadores, to certa?), e ainda me falta oportunidade para ler. E quando eu falo em oportunidade, quero dizer para que os outros livros parem de furar fila, pois já está na ver de Tamanho 44. Agora, falando sério: adorei como a Meg misturou romance com mistério e fez o livro ficar bom, sem que um dos gêneros parecessem ridículos. Estou cansada de falar para todo mundo que Meg Cabot foi me conquistando aos poucos, até chegar no meu coração. No começo, eu lia uns livros mais ou menos dela, agora eu coloco eles nas minhas prateleiras mais privilegiadas! Tamanho 42 merece um lugar de honra nessa minha lista.

#4 Delírio
Outro livro que tenho em minha estante, mas falta força de vontade para pegá-lo. Quem sabe vocês não possa me empolgar? Fiquei super tensa com o modo como Delírio terminou. Na verdade, fiquei bem traumatizada, pois o cliffhanger foi tão assustador, tão concreto que eu fiquei naquele sentimento de "se eu ler o próximo, o que eu acho que vai acontecer vai se concretizar" e eu foi disso que fiquei com bastante medo! O que eu fiz? A coisa mais estúpida do mundo: li um spoiler. Minha suspeita era real, infelizmente. É por isso que eu preciso de vocês, queridos leitores. Me digam que Pandemônio é um livro incrível e que eu devo levantar da cadeira agora e pegar ele.

#5 Silêncio
Por favor, eu nem acredito que ainda não li o último volume dessa série! Pessoas que começaram ela depois de mim já vieram me dizer que leram e algumas disseram que amaram - outras não tanto assim -, e eu fico aqui com essa cara de besta, morrendo de curiosidade, mas sem coragem de pegar aquele hardcover enorme que está na prateleira. Confesso que não li por preguiça. Vergonha, eu sei. Depois de dois anos resenhando livros, cá estou, com preguiça de ler um livro grande. Que tal me ajudar nessa também? Não vale dizer que não gostou do final. Falem que amaram! Que não acreditam que ainda não o li. Aliás, falem isso sobre todos esses da lista, pois preciso urgentemente de um incentivo!

Quatro divas do infanto-juvenil juntas em um só livro




Um projeto bem interessante vem sendo anunciado nas redes sociais pelas autoras e a editora. Quatro grandes escritoras - Meg Cabot, Lauren Kate, Paula Pimenta e Patrícia Barboza - se juntam para escrever um livro de contos, onde cada uma delas reescreve a história de uma princesa dos contos de fadas à sua maneira.

Meg Cabot ficou com A Bela e a Fera, Lauren Kate com A Bela Adormecida, Paula Pimenta com Cinderela e Patrícia Barboza com Rapunzel! Todas essas autoras são publicadas no Brasil pelo Grupo Record, exceto Paula Pimenta, que publica suas obras pela Editora Autêntica. Pimenta já prometeu que vai escrever uma Cinderela moderna, bem diferente do que vimos nos contos clássicos, mas cada uma delas vai descrever sua princesa da maneira que achar mais interessante.

A previsão para o lançamento do livro, que sai pelo Grupo Record, é de maio de 2013.

Resenha: Mordida - Meg Cabot



  • Título: Mordida
  • Autora: Meg Cabot
  • Editora: William Morrow
  • Ano: 2012
  • Páginas: 308
Meena Harper tem um dom especial, mas só agora é que alguém está valorizando isso. A Guarda Palatina – uma unidade secreta do Vaticano de caça a vampiros – a contratou para trabalhar em sua nova unidade, em Manhattan. Com a habilidade de Meena para prever como todo mundo que ela conhece vai morrer, a Palatina finalmente tem uma chance contra os mortos-vivos. Claro, seu ex-namorado é Lucien Antonescu, filho de Drácula, o príncipe das trevas. Mas isso foi antes que ele (e o relacionamento deles) pegasse fogo. Agora Meena quer se livrar de vampiros de vez... pelo menos até que ela consiga provar sua teoria de que só porque eles perderam suas almas, não significa que demônios perderam a habilidade de amar. Meena sabe que convencer seus colegas de trabalho – incluindo seu parceiro, o grande caçador de demônios Alaric Wulf – que vampiros podem ser bons não vai ser fácil... Especialmente quando uma nova ameaça mortal parece colocar em perigo não só as vidas de quem trabalha na Palatina, mas também os amigos e família de Meena, também. Mas Meena não é a única esperança da Palatina. Padre Henrique – também conhecido como Padre Caliente –, o mais novo e mais charmoso Padre de Nova Iorque, também foi designado para o caso. Então, porque Meena – ou Alaric – não confiam nele? Quando ela começa a desvendar a verdade, Meena põe sua lealdade em teste, seus sentimentos verdadeiros à mostra... e tentações que ela nunca que existiam, impossíveis de resistir. Dessa vez, Meena pode finalmente ter abocanhado mais do que ela pode mastigar.
Vou começar essa resenha com duas palavrinhas: “Sentimentos confusos.” Quem leu minha resenha de Insaciável sabe que foi com esse livro que autora Meg Cabot finalmente me conquistou. Ok, o livro O Garoto da Casa ao Lado é um dos meus preferidos, mas só depois que eu li a história de Meena Harper, meu respeito pela autora cresceu imensamente.

O enredo pode começar de uma forma clichê. Uma mulher, em um momento frágil e vulnerável de sua vida conhece um cara, se apaixona por ele e depois descobre que ele é um vampiro. Mas é exatamente nesse ponto da história que nossa heroína se altera todo o rumo. Quem diria que Meena não cairia nos braços de Lucien, mas sim lutaria contra ele, entrando para a Palatina? Bom, foi aí que Insaciável me deixou na história.

Overbite dá um pulo de apenas seis meses após o grande acontecido na catedral. Mas me deu uma impressão de que algo aconteceu nesse período. Ou pelo menos deveria ter acontecido, porque não é realmente possível que do nada os personagens mudaram de atitudes. Considerando a magnitude da história que Meg Cabot criou, Insaciável merecia um livro muito maior que um de 288 páginas. Um que comece um pouco antes e termine o pouco depois. Que mostre um pouco mais dos nossos personagens preferidos, e mais do que três páginas para dizer como eles ficaram no final. A Leisha não aparece nenhuma vez! Ela é apenas mencionada. E o Jon e a Yalena são meros detalhes, com participações indiretas, muito diferente do que aconteceu no primeiro livro. Muito diferente, mesmo. Eu esperava uma coisa, e tive outra. Nem de longe o livro é ruim. Pelo contrário, ele mexeu com meus sentimentos provavelmente mais do que Insaciável, e fiquei mais confusa que a própria Meena, sou bem indecisa quando se trata do triângulo amoroso Meena-Lucien-Alaric. Mas continuei sendo Team Alaric! O final foi rápido, e até meio decepcionante. É como se o desfecho da história simplesmente “acontecesse”, sem que ninguém corresse atrás, fruto do destino e da sorte, embora eu ache que se não tivesse acontecido, alguém ainda iria se esforçar para que o final fosse o mesmo, mas ao menos assim seria mais emocionante.

Eu gosto do modo como Meg não faz tanto mistério, mas ainda assim nos deixa correndo com as páginas para chegar ao final e ver no que aquilo tudo vai dar. Assim como aconteceu no primeiro livro, ela não fez questão de ser muito discreta em relação ao vilão, embora dessa vez ela tenha escondido seus motivos. Eu só gostaria que ela tivesse nos dado mais tempo para que digeríssemos tudo, ao invés de acabar ali mesmo. Uma história tão linda merecia isso, e Meena Harper merecia que nós apreciássemos mais o seu final.

 PS: O Brasil tem uma participação bem interessante no livro, ele é mencionado várias vezes e super elogiado nos diálogos criados pela Meg, através de seus personagens brasileiros.
Geral: (4/5)
Narrativa: (5/5)
História: (4/5)
Facilidade de Leitura: (5/5)
Design: (5/5)
Revisão: (5/5)

 
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