Mostrando postagens com marcador Instrumentos Mortais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Instrumentos Mortais. Mostrar todas as postagens

Mais novidades no elenco de Cidade dos Ossos





Na semana passada, Cassandra Clare divulgou o ator que irá interpretar a ponta do triângulo amoroso de Instrumentos Mortais, o Robert Sheehan que ficou com a grande responsabilidade por Simon Lewis. E agora foi anunciado os atores que irão interpretar três personagens bem importantes da trama! Sendo um deles de Game of Thrones, outro de Fringe/Mad Men, e um estreante!

Confira o pôster-teaser do filme de Cidade dos Ossos



A autora das séries de livros “Instrumentos Mortais” e “As Peças Infernais”, Cassandra Clare, divulgou em suas redes sociais o teaser da sua primeira adaptação para as telonas. Por enquanto, esse pôster só nos dá a esperança de que o filme realmente vai sair, depois de todas as vezes em que o filme foi deixado de lado pela produtora.


Por enquanto, só conhecemos os nomes de três atores, que já estão confirmados no filme: Jamie C. Bower no papel de Jace Wayland, Lily Collins no papel de Clarissa Fray, e Jemima West no papel de Isabelle Lightwood.

Leia as resenhas: Cidade dos Ossos / Cidade das Cinzas 



Confira o book trailer de City of Lost Souls



O quinto livro da série Instrumentos Mortais está chegando no dia 8 de maio, nos Estados Unidos. Assim, como um presente para os fãs que estão morrendo de vontade de ler mais uma obra de Cassandra Clare, o site Entertainment Weekly, na sua página destinada a notícias do mundo literário, o EW's Shelf Life, divulgou com exclusividade o trailer do penúltimo livro da série!

Nesse vídeo, podemos ver um pouco mais de Sebastian do que outro personagem, o que gera milhões de expectativas sobre como será o livro. Vale ressaltar que o ator escolhido para representar Jace (mesmo que brevemente) é o mesmo que está na capa do 5º livro!

“My name is Jonathan Christopher Morgenstern. I had a father but he is dead. I have a mother but she is dead to me. I have a brother and I will bind him to me. I have a sister and I will teach her to love me. My name is Jonathan, but everyone calls me Sebastian. And I am going to burn down the world.”

Veja aqui o book trailer!


Sony volta para o filme “Cidade dos Ossos”, que já tem data de lançamento


Há alguns meses, foi dada a notícia de que a produção do filme “Cidade dos Ossos”, adaptação do bestseller de Cassandra Clare, seria deixado de lado. Mesmo com a escolha dos atores principais já definidos (Lily Collins para Clary Fray e Jamie Campbell Bower para Jace Wayland). Quando foi anunciado que o projeto do filme, Jamie CB tentou tranqüilizar os fãs com um tweet “all is still good. Do not fear. X” (Tudo ainda está bem. Não temam. X), Cassandra Clare veio com a comparação de que Crepúsculo nem sempre foi da Summit, no começo eles estavam nas mãos da Paramount. Depois da declaração da Screen Gems, só restava ter esperança de que a SG não era a única produtora envolvida.

“Screen Gems não deixaram o projeto; eles não estavam envolvidos nele – ele foi entregue em agosto de 2011 pela Sony a uma divisão diferente para ser desenvolvido, que foi quando a Sony tirou Scott Stewart do projeto. Mas, não, a Screen Gems e Scott Stewart não estão envolvidos com o filme ‘Cidade dos Ossos.’ Os direitos são de posse de Constantin, sempre foram. Constantin faz filmes: eles acabaram de fazer ‘Os Três Mosqueteiros’ com Logan Lerman. Screen Gems teria sido o distribuidor e co-produtor mas nunca foi seu projeto; foi de Constantin.”

Cassandra Clare, como sabemos, é muito atenciosa com seus fãs, e postou as informações em seu tumblr.

1) O filme não está “cancelado.” Isso não faz diferença exceto pela parte de quem distribui.
2) Lily e Jamie ainda estão ligados ao projeto. Quero dizer, se passaram meses desde que s Screen Gems se ligou ao projeto e os dois ainda estão dentro dele, então estou confiante de que eles continuaram no futuro. Eles ficaram para sempre? Não faço ideia, mas nada disso faz com que seja mais ou menos provável, e ambos sabem disso.
3) De verdade, isso não faz nenhuma diferença em nada. Eu sei que palavras como “abandonaram” podem soar chocantes, mas não significa muita coisa. Eu falei com Constantin semana passada e dei para eles uma lista de atores que gostaria para Simon (por que não faria?), e eles me deram um cronograma que dizia que pretendem começar a filmar em agosto.

Junto com a Sony Pictures/Screen Gems, Scott Stewart (diretor) também deixou o filme.

Mas agora a Sony Pictures/Screen Gems retomou sua posição de distribuidor, já definindo o dia do lançamento do filme que será em 23 de agosto de 2013. O filme será filmado em Toronto e Nova Iorque, e as filmagens começarão no dia 15 de agosto. Os atores Lily Collins e Jamie CB ainda estão cotados para os atores principais, apesar dos rumores que Cassandra Clare citou. Harald Zwart será diretor, Unique Features será produtor e a Sony será distribuidora.

Dica: Quem é fã da autora, deve estar acompanhando seu tumblr religiosamente, pois lá ela está sempre divulgando trechos inéditos, notícias, ou simplesmente se pronunciando sobre o andamento do filme e de seus livros que estão para ser lançados (City of Lost Souls, Clockwork Princess e Lady Midnight).

Fonte: Examiner
Fotos: Jamie CB (fan made); Clary e Jace (fan made)

Leia o primeiro capítulo completo de City of Lost Souls


Quem já leu City of Fallen Angels (Cidade dos Anjos Caídos, que será publicado no Brasil pela Editora Galera Record no segundo semestre de 2012), sabe a aflição que aquele final nos deu!

Por isso, se você souberem ler em inglês, e tiverem disposição para ler um dos capítulos imensos da Cassie (por uma causa nobre, claro, haha), convido a ler o primeiro capítulo do 5º e penúltimo livro da série Instrumentos Mortais, que será lançado nos Estados Unidos no mês que vem.

Eu já garanti o meu na pré-venda do Book Depository!


Leia aqui!

Mais informações sobre o lançamento do livro aqui.

Resenha: Cidade dos Anjos Caídos - Cassandra Clare


“Minha vontade e o meu desejo foram transformados pelo amor, o amor que move o sol e as outras estrelas.”





  • Título: Cidade dos Anjos Caídos
  • Autora: Cassandra Clare
  • Editora: McElderry Books
  • Ano: 2011
  • Páginas: 424
  • (livro lido em inglês)

A Guerra Mortal acabou, e Clary Fray está de volta para sua casa, em Nova Iorque, empolgada com todas as possibilidades a sua frente. Ela está treinando para ser uma Caçadora das Sombras e usar seu poder único. Sua mãe está para se casar com o amor da vida dela. Caçadores das Sombras e Downworlders estão em paz, enfim. E – o mais importante de tudo – Clary pode finalmente chamar Jace de seu namorado.
Mas nada vem sem um preço.
Alguém está assassinando Caçadores das Sombras que estavam no Círculo de Valentine, provocando tensão entre os Caçadores das Sombras e Downworlders, o que pode levar a uma outra guerra sangrenta. O melhor amigo de Clary, Simon, não pode ajudá-la. Sua mãe acabou de descobrir que ele é um vampiro e agora ele está sem casa. Cada lugar que ele vai, alguém quer levá-lo para seu lado – junto com o poder da maldição que está bagunçando sua vida. E eles estão dispostos a fazer qualquer coisa para conseguir o que querem. Ao mesmo tempo, Simon está namorando duas garotas bonitas e perigosas – nenhuma das duas sabe sobre a outra.
Quando Jace começa a se afastar de Clary, sem explicar por que, ela é obrigada a entrar em um mistério cujas respostas revelam seu maior pesadelo: Ela começou uma terrível cadeia de eventos que podem levá-la a perder tudo o que ela ama. Até Jace.

“Jace não disse nada. Ele ainda estava olhando para Clary, e foi o tipo mais estranho de olhar. Simon pensou – o tipo de olhar que você lançaria a uma pessoa que você ama, mas nunca poderia ter, nunca teve. Ele imaginou que Jace uma vez se sentiu assim em relação à Clary antes, mas agora?” – pág. 103

Não sei se as pessoas que já leram Cidade de Vidro vão concordar comigo, mas eu tinha minhas desconfianças em relação a City of Fallen Angels, afinal de contas, uma trilogia se estender para seis livros?! Meio extremo, não acham? Mas quem ainda tem as mesmas desconfianças que eu, pode se acalmar. Enquanto ela não resolver escrever mais três livros, ficaremos bem!

Cassandra Clare vem, com esse livro, mostrar que o final feliz pode não ser tão fácil quanto seus personagens julgaram. O inimigo pode não estar mais entre eles, mas seus ideais continuam vivos, assim como as marcas das consequências do que ele fez. A autora pode falar quantas vezes quiser que a série Instrumentos Mortais fala sobre a jornada da heroína Clary, mas seu enredo desmente. Desde o final de Cidade dos Ossos até esse livro sendo resenhado agora, os acontecimentos giram em torno de Jace, e não foi nem um pouco diferente em CoFA.

Seria surreal se Jace continuasse sua vida feliz, com um relacionamento lindo e saudável com Clary. Mas a gente sabe que não é assim que a banda toca. Conhecemos Jace melhor do que isso. Cassandra fez um trabalho tão bom desenvolvendo sua personalidade que passei a conhecer o personagem em questão como se ele fosse meu amigo de infância. O peso que ele carrega desde que descobriu que o verdadeiro nome do seu pai é Valentine, o esforço que ele faz para não ser como ele. Isso o tortura por dentro, sendo seu parente de sangue ou não, Valentine foi a pessoa que Jace chamou de pai sua vida inteira, e não é de se espantar que ele não sinta nenhuma ligação com Stephen.

“Eu não sei quem eu sou. Eu me olho no espelho e vejo Stephen Herondale, mas eu ajo como um Lighwood e falo como meu pai – como Valentive. Então, eu vejo quem eu sou em seus olhos, e eu tento ser essa pessoa, porque você tem fé nessa pessoa, e eu acho que fé pode ser o suficiente para me tornar o que você quer.”
“Você já é o que eu quero. Sempre foi. Eu sei que você se sente como se você não soubesse quem é, mas eu sei. E, algum dia, você vai saber também. E, por enquanto, você não pode ficar se preocupando se vai me perder. Isso nunca vai acontecer.” Jace Lightbody e Clary Fray – pág. 304

O ponto de vista de Jace em seu primeiro beijo com Clary



Cassandra Clare, autora da série Instrumentos Mortais e Infernal Devices, nos presenteou depois que a heroína do seu livro ganhou o Heroines Tournament (Torneio das Heroínas).

A cena escrita é do primeiro livro, Cidade dos Ossos, onde acontece o primeiro beijo do casal, antes de tudo desandar.
“Eu reli o capítulo da Flor da Meia-Noite, claro, e me deu aquela sensação de “Ah, vocês dois eram tão bebês! Cara, tanta coisa aconteceu desde então.”

Mas eu estou escrevendo sobre Clary e Jace a tanto tempo que foi muito fácil para mim, é como você nunca esquecer como é a sua cidade natal. Também, eu andei vendo os testes de Jamie CB e assisti ele e Lily fazendo a interpretação dessa cena, que eu devo dizer que foi muito útil e, também, que coisa mais legal para se fazer.” Cassandra Clare, em seu tumblr.

O capítulo está em inglês. Para quem sabe ler, vale muito a pena, é maravilhoso. Se você não souber, coloquem no Google Tradutor, a concordância fica horrível, mas pelos livros que nós gostamos vale a pena o sacrifício, né?

Leia aqui.

Capa e trecho de City of Lost Souls, novo livro da série Instrumentos Mortais


Um novo ano significa uma nova aventura para os Caçadores das Sombras de Cassandra Clare.

A autora continua sua série YA de ficção científica/fantasia, Os Instrumentos Mortais, com um quinto livro chamado City of Lost Souls (Cidade das Almas Perdidas), e aqui está a revelação exclusiva da capa para a série que vai chegar nas lojas e nos e-readers no dia 8 de maio.

Clare atraiu um fervente grupo de fãs para o mundo literário que ela criou, com mais de 5,5 milhões de cópias de seus livros. City of Fallen Angels (Cidade dos Anjos Caídos), quarto livro lançado no ano passado que segue o relacionamento entre os dois heróis Clary e Jace atingiu o número 2 na lista de Livros Mais Vendidos da USA TODAY. E Clockwork Prince, o segundo livro da série The Infernal Devices de Clare, foi lançado no mês passado e já está no 38º lugar.


Maio ainda está longe, então, por enquanto fiquem com o prólogo exclusivo de City of Lost Souls para aumentar seu apetite:

Simon encarava entorpecidamente a porta da frente da sua casa.

Ele nunca teve outro lar. Esse foi o lugar para qual seus pais o trouxeram quando ele nasceu. Ele cresceu entre as paredes da casa no Brooklyn. Ele brincou nas ruas am baixo das sombras das árvores cheias de folhas no verão, e tinha feito trenós improvisados de garrafas do lixo no inverno. Nessa casa, sua família inteira celebrou shivah depois que seu pai morreu. Aqui, ele tinha beijado Clary pela primeira vez.

Ele nunca imaginou que um dia as portas dessa casa estariam fechadas para ele. A última vez que ele tinha visto sua mãe, ela o chamou de monstro e rezou para que ele fosse embora. Ele tinha feito com que ela esquecesse que ele era um vampiro, usando o glamour, mas ele não sabia quanto tempo o glamour duraria. No ar frio do outono, encarando a porta da frente, ele sabia que não tinha durado muito.

A porta estava coberta de símbolos – estrelas de David desenhada com tinta, a forma do símbolo de Chai, vida. Tefilin estava preso na maçaneta e na campainha. Hamesh, a Mão de Deus, cobria o olho mágico.

Enterpecidamente, ele colocou a mão no metal mezuzah do lado direito da porta. Ele viu uma fumaça subir do lugar em que sua mão tocou o objeto sagrado, mas ele não sentiu nada. Nenhuma dor. Apenas um terrível vazio vindo lentamente de uma raiva fria.

Ele chutou a parte de baixo da porta e escutou o barulho ecoar pela casa. “Mãe!” Ele gritou. “Mãe, sou eu!”

Não houve resposta – apenas o barulho de parafusos sendo colocados na porta. Sua audição aguçada reconheceu os passos de sua mãe, sua respiração, mas ela não disse nada. Ele poderia sentir o cheiro do medo e do pânico mesmo através da madeira. “Mãe!” Sua voz falou. “Mãe, isso é ridículo! Me deixe entrar! Sou eu, Simon!”

A porta vibrou, como se ela tivesse chutado. “Vá embora!” Sua voz estava mais áspera, irreconhecível pelo terror. “Assassino!”

“Eu não mato pessoas.” Simon inclinou sua cabeça através da porta. Ele sabia que poderia chutá-la para entrar, mas qual seria a razão disso? “Eu disse a você. Eu bebo sangue de animais.”

Ele ouviu ela suspirar, suavemente, algumas palavras em hebraico. “Você matou meu filho,” ela disse. “Você matou ele e colocou um monstro em seu lugar.”

“Eu sou seu filho–”

“Você usa o rosto dele, e fala com a voz dele, mas você não é ele! Você não é Simon!” Sua voz se elevou em quase um grito. “Saia da minha casa antes que eu mate você, monstro!”

“Becky,” ele disse. Seu rosto estava molhado; ele levantou suas mãos para tocá-lo, e elas voltaram manchadas. As lágrimas dele eram sangrentas. “O que você falou para Becky?”

“Fique longe da sua irmã.” Simon ouviu um ruído de dentro da casa, como se algo tivesse sido derrubado.

“Mãe,” ele disse novamente, mas dessa vez seu tom de voz não aumentou. Ela saiu como se fosse um suspiro. Suas mãos começaram a pulsar. “Eu preciso saber– Becky está aí? Mãe, abre a porta. Por favor–”

“Fique longe de Becky!” Ela estava se afastando da porta, ele podia ouvir. Depois veio o barulho irreconhecível da porta da cozinha balançando, e o ranger do linóleo enquanto ela andava. O som de uma gaveta sendo aberta. De repente, ele imaginou sua mãe pegando uma da suas facas.

Antes que eu mate você, monstro.

Esse pensamento o derrubou de suas pernas. Se ela machucasse ele, a marca iria fazer efeito. Ela destruiria sua mãe, assim como destruiu Lilith.

Ele soltou suas mãos, e se afastou lentamente, tropeçando em seus passos até a calçada, se encostando em uma das grandes árvores que fazia sombra. Ele ficou ali em pé, encarando a porta da frente da sua casa, marcada e desfigurada por símbolos do ódio da sua mãe por ele.

Não, ele se lembrou. Ela não o odiava. Ela pensava que ele estava morto. O que ela odiava era algo que não existia. Eu não sou o que ela diz que eu sou.

Ele não sabia quanto tempo ele teria ficado lá, encarando a porta da sua casa, se o seu telefone não tivesse começado a tocar, vibrando no bolso do seu casaco.

Ele pegou-o por reflexo, percebendo que o padrão da frente da mezuzah – intercalando Estrelas de David – foi queimado pela palma da sua mão. Ele trocou a mão para colocar o telefone no seu ouvido. “Alô?”

“Simom?” Era Clary. Ela soava sem fôlego. Onde está você?”

“Em casa”, ele disse, e pausou. “A casa da minha mãe,” ele consertou. Sua voz soava vazia e distante até para seus próprios ouvidos. “Por que você não está no Instituto? Todo mundo está bem?”

“É exatamente isso,” ela disse. “Assim que você saiu, Maryse voltou do telhado, onde Jace deveria estar esperando. Não tinha ninguém lá.”

Simon se moveu. Sem perceber o que ele estava fazendo, como se fosse um boneco mecânico, ele começou a andar pelas ruas, em direção a estação de metrô. “O que você quer dizer, não tinha ninguém lá?”

“Jace sumiu,” ela disse, e ele podia ouvir a tensão em sua voz. “E Sebastian também.”

Simon parou de baixo da sombra de uma árvore. “Mas ele está morto. Ele está morto, Clary–”

“Então me diga porquê ele não está, porque ele não está,” ela disse, sua voz finalmente falhando. “Não tem nada lá em cima a não ser muito sangue e vidro quebrado. Os dois sumiram, Simon. Jace sumiu...”
Texto traduzido de USA Today.

Divulgado trecho de City of Lost Souls


A autora da série Instrumentos Mortais e Infernal Devices postou em seu Tumblr um trecho do 5º livro da série que está para ser lançado em maio de 2012, versão em inglês. Minha ansiedade ainda não bateu porque ainda não li City of Fallen Angels. Já comprei, mas ainda não está comigo. Já fui informada que vou ficar mega ansiosa para City of Lost Souls, então, como Cidade de Vidro teve aquele ar de conclusão, talvez eu espere mais um pouco para ler CoFA, não sou grande fã da espera por livros, ainda mais se esses livros forem escritos por uma tal autora chamada Cassandra Clare! :P Talvez eu dê um espaço para ler a série spin-off dela, Infernal Devices, que já tem um primeiro livro Clockwork Angel e, o que será lançado daqui a exatamente um mês, Clockwork Prince.

Mas quem disse que eu consegui ficar sem ler esse trecho que ela postou no Tumblr? Achei particularmente fofo, mas contém spoilers se você não leu Cidade de Vidro, então tomem cuidado. Mas se você, como eu, é tão ansioso que não consegue ficar sem ler um spoiler aqui e outro lá, vale a pena. Hahaha.

A capa abaixo é provisória, a definitiva está para ser revelada em dezembro.



“Por que você fez isso?” Clary perguntou.
“Porque eu fiz o quê?”
“Me ajudou lá.”
“Você é minha irmã.”
Ela engoliu seco. Na luz da manhã, o rosto de Sebastian tinha alguma cor. Havia queimaduras fracas por seu pescoço, onde o líquido de demônio tinha espirrado. “Você nunca se importou por eu ser sua irmã, antes.”
“Não me importei?” Seus olhos pretos a observaram de cima a baixo. “Nosso pai está morto,” ele disse. “Não há outros parentes. Você e eu somos os últimos. Os últimos dos Morgensterns. Você é a última cujo sangue corre nas minhas veias, também. Você é minha última chance.”

Resenhas:
Cidade dos Ossos
Cidade das Cinzas
Cidade de Vidro

Resenha: Cidade de Vidro - Cassandra Clare




  • Título: Cidade de Vidro
  • Autora: Cassandra Clare
  • Editora: Galera Record
  • Ano: 2011
  • Páginas: 476

Para salvar a vida de sua mãe, Clary precisa viajar à Cidade de Vidro, lar ancestral dos Shadowhunters (Caçadores de Sombras) - não importa que entrar a cidade sem permissão seja contra a lei e que desobedecer às leis possa significar a morte. Para piorar as coisas, ela descobre que Jace não a quer lá, e que Simon foi jogado na prisão pelos Shadowhunters, os quais estão profundamente desconfiados de um vampiro que suporta a luz do dia. Enquanto descobre mais coisas a respeito do passado de sua família, Clary encontra um aliado no misterioso Shadowhunter Sebastian. Com Valentine juntando a força total de seu poder para destruir todos os Shadowhunters, a única chance destes sobreviverem é lutando ao lado de seus inimigos eternos. Mas conseguirão os Downworlders (Moradores do Submundo) e os Shadowhunters colocar seu ódio de lado a fim de trabalharem juntos? Enquanto Jace percebe exatamente quanto está disposto a arriscar por Clary, conseguirá ela dominar seus recém-descobertos poderes para ajudar a salvar a Cidade de Vidro - custe o que custar? O amor é um pecado mortal e Clary e Jace descobrem que os segredos do passados podem ser fatais ao enfrentarem Valentine no último volume da trilogia The Mortal Instruments (Os Instrumentos Mortais), integrante da lista de mais vendidos do New York Times. 

Aos poucos, Clary está conhecendo o mundo dos Caçadores das Sombras, e em todos os livros eu esperava que eles fossem para Alicante, para suprir minha curiosidade. Eu queria saber ver, pelos olhos da Clary, ela descobrindo as maravilhas da Cidade dos Caçadores das Sombras, um lugar protegido pelas Torres Demônio, então, protegida dos males, lá eles podem andar tranquilamente. Então, é na Cidade de Vidro que ela vai parar dessa vez. Clary está procurando a cura para sua mãe, e uma antiga conhecida de Jocelyn disse para ela que a única maneira que salvar a amiga é contatando um bruxo que vive em Alicante. Mesmo contra a vontade de Jace, é lá que Clary vai parar.

Cidade de Vidro foi, honestamente, o melhor livro da série (até agora), ele é tem todas as características que provocam a curiosidade. Cassandra Clare, com a sua narrativa quase impecável, fez de uma maneira um pouco diferente dessa vez, alternando o foco do livro entre os personagens principais, não só Jace e Clary como nos outros, mas incluindo também Simon, Isabelle, Alec, e muitos outros. É difícil por em palavras o quanto eu amei esse livro, o quanto eu lia páginas atrás de páginas, e nunca era o suficiente, tanto que logo terminei e fiquei atordoada, querendo que ele tivesse durado para sempre.

“Nem tudo, Jace, é sobre você,” Clary disse furiosamente.
“Possivelmente,” Jace disse, “mas você tem que admitir que a maioria das coisas são.”

Na resenha de Cidade das Cinzas eu falei isso, e vou repetir, Cassandra Clare sabe exatamente como criar os personagens, ela conhece cada um deles, e sabe como retratar toda a carga emocional de Jace, em conflito com si mesmo desde que descobriu que o próprio pai é Valentine Morgenstern, e Clary que lutando contra o sentimento impróprio que ela nutre pelo irmão. Você se sente na cabeça de cada um deles, e, mesmo que eles façam bobagens, chegamos até a entender que eles precisam fazer aquilo para aliviar o sentimento que os aflige por dentro, porque me afligia também.

Finalmente, eu consegui entender o que se passava na cabeça de Valentine, porque, honestamente, eu não via seus propósitos tão claros nos outros dois livros, por mais que os personagens explicassem. Fiquei com aquela sensação de quando nós chegamos a conhecer os vilões e sentimos mais dó do que raiva. Do meu ponto de vista, ele era “apenas” um homem com um ponto de vista, mas que não media esforços para alcançar a sociedade utópica que ele julgava ser a ideal: um mundo sem Downworlders. O problema é que no meio do caminho ele perdeu o senso do que é certo ou errado.

“Pessoas não nascem boas ou más. Talvez elas nasçam com tendências de algum modo, mas é a maneira que você vive sua vida que importa.” – Simon.

Nós vemos os personagens mais mudados, Clary mais independente, o que é uma coisa muito boa, mesmo que continue sendo aquela boba que cai no papo das pessoas, pelo menos eu posso admirá-la por não medir esforços quando se trata de quem ela ama. Jace, é que é o mais mudado de todos, afinal, depois de Valentine quase colocar ele contra parede em Cidade das Cinzas, ele finalmente tomou um lado dessa luta, mas isso não quer dizer que seja fácil.

Acho que já falei demais, mas só para deixar claro, eu não posso esperar para ler City of Fallen Angels, afinal de contas, Cassandra Clare já mostrou que é perfeitamente capaz de escrever um livro ainda melhor que o anterior. Bom, pelo menos esse foi o padrão que ela seguiu nessa série, mesmo que CoFA tenha Simon como protagonista.

Geral: (5/5)
Narrativa: (5/5)
História: (5/5)
Facilidade de Leitura: (5/5)
Design: (5/5)

Resenha: Cidade das Cinzas - Cassandra Clare


Boa noite, pessoas! Como vão nessa sexta-feira 13? :P Espero que tudo esteja ocorrendo bem, e que vocês estejam evitando becos escuros. Jason está solto por aí, ok?
Vamos para a resenha de sexta-feira, que deveria ser de Kaká, mas roubei o dia dela.

Clary Fray desejava apenas que sua vida voltasse a ser normal. Mas o que é normal quando você é um demónio-assassino Caçador de Sombras (Shadowhunter), sua mãe encontra-se em um coma mágico induzido, e você pode de repente ver Downworlders como lobisomens, vampiros, e fadas? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras (Shadowhunters) para trás, significaria mais tempo com seu melhor amigo, Simon, que se está transformando mais do que um amigo. Mas o mundo dos Caçadores de Sombras (Shadowhunters) não está pronto para a deixar ir… especialmente seu considerável, enfurecedor, irmão, Jace. E a única possibilidade de Clary ajudar a sua mãe é seguir o Caçador de Sombras Valentine, que é provavelmente insano, certamente malvado … e também seu pai.
Para complicar assuntos, alguém na cidade de Nova Iorque está assassinando crianças Downworlders. É Valentine atrás das matanças… e se for, o que está tentando fazer? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada-Alma, é roubada, o assustador Inquisidor chega para investigar. Como pode Clary parar Valentine se Jace está disposto a trair tudo que acredita para ajudar a seu pai?
Depois do final que Cassandra Clare deu a Cidade dos Ossos, eu não poderia deixar de ler a sua continuação, não só por seus personagens tão psicologicamente bem estruturados, mas também por sua história tão envolvente. Apesar de com um final muito parecido com o de Cidade dos Ossos (uma revelação, e uma conclusão que não explica basicamente nada, apenas deixa dúvidas), Cidade das Cinzas tem um perfil mais agitado, enquanto no primeiro, vimos Clary descobrindo o mundo dos Caçadores de Sombras, nesse vemos ela se descobrindo enquanto filha “de quem é”, vendo que, apesar de não ter crescido nesse meio, ela, assim com seu irmão, pode fazer coisas mais extraordinárias que os Caçadores de Sombras comuns.

Mas não pensem que o livro é mais uma vez focado em Clary. Agora temos também Jace, que mostra que não está lá apenas para deixar a cabeça da protagonista confusa, e sim que ele pode dar uma reviravolta na história. De um lado existe a família que criou ele com muito carinho e de outro tem o pai dele, que pode estar fazendo coisas terríveis, mas ainda assim é seu pai. Será que ele é capaz de dar as costas ao seu pai e fazer o que é certo. Muitas pessoas parecem duvidar disso, o que faz Jace ficar muito confuso.

Deixando seus charmes a parte, eu devo dizer que Jace é, de longe, um dos personagens mais interessantes que já tive o prazer de conhecer através de um livro. Ele trás uma sensação de que é real, o que é muito difícil para um autor, penso eu. Ele não é perfeito, longe disso, suas qualidades e defeitos aparecem sutilmente durante a leitura, fazendo com que você se identifique. Os personagens de Cassandra Clare são tão humanos (não estou falando de sua condição, uma vez que em humanos, também incluo os lobisomens e vampiros da história), eles são egoístas, impulsivos, tentam esconder suas emoções, ou se deixam levar por elas, coisas que todos nós fazemos, mesmo que sem querer. Este é o ponto mais forte da autora.

Além de tudo, enquanto eu lia, não pude deixar de destacar algumas expressões e diálogos muito inteligentes. Se ela já tinha ganhado minha admiração em seu primeiro livro, ela aumentou no segundo. E, devo dizer, não vai demorar muito para que eu leia o terceiro livro da série. Quem é curioso como eu, vai roer seus dedos.
Aviso 1: Quem aqui gosta de marcadores? Se sim, corram lá no blog Only The Strong Survive! A Vê está sorteando dois kits, super fácil de participar.

Aviso 2: Estamos bem ausentes com o blog, não é? Eu e a Kaká já tivemos uma conversa sobre isso, e estamos com várias idéias para voltar a ativa. Espero que vocês não nos abandonem, ok? Hahaha :)
Geral: (5/5)
Narrativa: (5/5)
História: (4/5)
Facilidade de Leitura: (4/5)
Capa: (4/5)
Diagramação: - *
*não vou dar nota de diagramação, por ler o livro como e-book.

 
Vector Credits